Dividir a atenção é a norma. Você assiste à transmissão com um olho. Você rola o feed com o outro. Agora, Meta está fundindo os dois.
A partir de segunda-feira. Instagram chega às Smart TVs Samsung nos Estados Unidos. Se você comprou sua tela em 2020 ou mais tarde. Funciona. O aplicativo já está nas plataformas Amazon Fire e Google TV. Este é apenas mais um lançamento.
O argumento de venda é simples. Visualização compartilhada. Chega de esticar o pescoço em telas de seis polegadas. > “Quer você esteja atualizando… ou rindo dos reels… o Instagram para TV torna tudo mais fácil.” O próprio marketing do Instagram fala. Legal em teoria. Vamos conversar sobre prática.
Seu feed é um algoritmo. É profunda e agressivamente personalizado. Isso se traduz no sofá da sala? Talvez não. Pode ser estranho sentar-se com convidados enquanto sua TV exibe conteúdo que só você está preparado para ver.
Então novamente. Quem realmente faz a curadoria do conteúdo do grupo?
O lado tecnológico tem mais ambição. Eles estão testando casas de vídeo horizontais. Por que? Para perseguir o YouTube. No ano passado, o chefe do YouTube, Neal Mohan, gabou-se de que os americanos assistem mais ao seu serviço nas televisões do que nos telefones. Os dados da Nielsen o apoiam. O YouTube come o almoço da Netflix e da Paramount em parcelas de audiência de TV. O Instagram quer uma mordida.
Faz sentido. Vá onde estão os olhos.
Eles também estão cutucando vídeos de formato longo. Transmissões ao vivo. Série episódica. Também existe um plano para transmitir Momentos diretamente dos telefones para a tela. Algo que o Google e a Amazon já oferecem.
“Os criadores estão ajudando a moldar o futuro”, insiste o Instagram. Eles querem saber o que cabe no copo grande. Como isso complementa os hábitos de tela pequena que todos nós temos.
O lançamento acontece na segunda-feira. Se você tem o Samsung. Se você não se importa com o algoritmo que julga seus convidados. A tela está ficando lotada. Simplesmente não percebemos até que o conteúdo apareceu em HD. 📺
